Amostragem em grade por célula

Por Vinicius Saque Ribeiro, CEO da Geodata.

Um dos métodos de amostragem de solo usado para criar mapas de fertilidade na ausência do histórico de camadas de informação de uma área é a grade feita por “célula amostral”. Neste método, a interpolação dos valores não é necessária, uma vez que cada célula tem apenas um valor atribuído de cada nutriente. Sabe por que a Geodata utiliza a célula no formato de hexágono e não o quadrado?

É conhecido que a distribuição das subamostras de solo nesse formato geométrico é mais equidistantemente distribuída e representa melhor a área do polígono. Como os cantos do quadrado ficam mais distantes do centro, comparados aos cantos do hexágono, tende-se a um valor que mais se aproxima da média para cada ponto amostrado no formato.

À medida que se compara essa metodologia de trabalho com a de “ponto amostral”, para um mesmo tamanho de grade, observa-se uma diminuição na ocorrência de outliers. Isso ocorre devido à diluição no erro amostral em função da maior distribuição das subamostras.

Observe também as células que ficam em contato com a borda do talhão. Note que foi necessário agrupar os polígonos de menor tamanho, para não haver gastos desnecessários com amostras pouco significativas. Outro ponto é a inteligência utilizada para alocação e nomeação dos pontos de coleta para obter um menor caminhamento possível dentro da área.

Em parceria com doutores em Geoestatística da Universidade Federal de Viçosa (UFV), desenvolvemos algoritmos que buscam otimizar o tempo e melhorar a qualidade dos dados amostrados.

A Geodata se preocupa com detalhes técnicos e ao mesmo tempo viáveis economicamente. O nosso objetivo é buscar de forma constante o aperfeiçoamento das práticas de agricultura de precisão. Por isso, toda a análise é aplicada nos trabalhos dentro da nossa plataforma.

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